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Desfrutamos da vida ou a olhamos passar sem nos dar
conta das suas oportunidades? Somos tão felizes como podermos sê-lo ou simplesmente vivemos
sem sentir que atingimos nosso maior potencial de felicidade? Ao final de contas, o que é a
felicidade?
Alguém tem dito que a felicidade não é um destino mas
uma viagem. Se assim for, o que fazemos enquanto estamos viajando? Olhamos pela janela para
nos maravilhar com as belezas que a natureza põe perante nós ou fechamos os olhos esperando
o fim da viagem?
O passado já não nos pertence. O futuro é só uma promessa
envolvida na incerteza. Somos o presente e o presente conforma nossa existência.
Com certeza devemos fazer planos para assegurar nosso futuro. As boas lembranças nos reconfortam
o coração. Mas é o instante que estamos vivendo o qual nos dá a oportunidade de "sentir"
verdadeiramente. E uma vez que passou é impossível voltar a vivê-lo na sua plenitude. Não digamos :
"Quando eu conseguir tal ou qual coisa , então serei realmente feliz". A felicidade não se deve
procurar no futuro mas sim no presente.
Não percamos as oportunidades de desfrutar à vida por que
esperamos atingir primeiro as grandes conquistas que sonhamos algum dia. Não posterguemos nossa
chance de ser felizes esperando algo melhor do que nos oferece a vida em cada instante. Aprendamos
a valorizar o que temos.
Tudo isto leva a se perguntar: "O que pode me fazer feliz?"
Tal vez existam tantas respostas a esta pergunta quanto pessoas existem no mundo. Mas quantas
dessas pessoas são felizes?
Depende de nós o grado de felicidade atingido. Depende,
ante tudo, da avaliação dada às coisas pelo nosso coração. Não é questão de sorte. Podemos ser
felizes agora e sempre. Só depende da nossa atitude... da nossa coragem e confiança ... da nossa
capacidade de amar à vida.
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